SE EU FOSSE UM MÊS SERIA: Abril, (no dia 22 de Abril de 1988, o mundo ficou mais feliz, no hospital de Fão nascia eu:p); Setembro… é o único mês em que consigo descansar e não corro o risco de ir para a praia e levar com aqueles sotaques esquisitos a que estamos habituados :s).
Para todos aqueles que tal como eu passam a vida a meter o pé na poça e por mais voltas que dêem à vida cometem sempre o mesmo erro...Acredito que este pé na poça irá servir de escada para novas aprendizagens e não de fosso para o abismo... Espero que gostem e se divirtam tal como eu... Boas leituras :)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
HÁ DIAS ASSIM...
SE EU FOSSE UM MÊS SERIA: Abril, (no dia 22 de Abril de 1988, o mundo ficou mais feliz, no hospital de Fão nascia eu:p); Setembro… é o único mês em que consigo descansar e não corro o risco de ir para a praia e levar com aqueles sotaques esquisitos a que estamos habituados :s).
terça-feira, 16 de março de 2010
BALANÇAR
pra balanço de vida
mas eu sou de letras
não me sei dividir
para mim um balanço
é mesmo balançar
balançar é ter,dar balanço
e sair...
Pedes-me um sonho
pra fazer de chão
mas eu desses não tenho
só dos de voar
e agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Prendes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens
esqueces que às vezes
quando falha o chão
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos
Pedes-me um sonho
pra juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar
e agarras a minha mao
com a tua mao e prendes-me
e dizes-me para te salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração..
DEPOIS DE ALGUM TEMPO...
William Shakespeare
domingo, 14 de março de 2010
UM PEQUENO MURMÚRIO NO PASSADO
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
NAS ASAS DO IMAGINÁRIO…

domingo, 17 de janeiro de 2010
QUERER NÃO É PODER

Gostava de pegar numa folha de papel e poder escrever tudo o que vai dentro de mim, na minha alma, no meu ser, mas nem eu sei, não consigo decifrar nem controlar o que se está a passar.
Gostava de poder expelir a vontade que tenho de te poder sentir, de te poder ver…
Mas, como querer não é poder, limito-me ao pensamento que quero que cesse, mas não cessa, que quero que pare, mas não para, que quero que mude mas não muda.
Queria tocar no céu e ver os teus olhos,
Queria ser um pingo de chuva na tua pele,
Queria poder olhar-te e não me sentir traída a mim mesma, pois tantas vezes jurei que não iria mais te olhar, nem pensar no teu ser…
Queria poder sair daqui, fugir, isolar-me num canto em que ninguém me pudesse ver, mas eu pudesse sentir o mundo.
Gostava que esta agitação parasse e não passasse de um sonho, de um pesadelo, preciso respirar…
Mas… querer não é poder…
Carla Carvalho



